Michelin Engenharia Civil propõe pneus de Engenharia Civil para todos os tipos de veículos operando em minas de superfície e subterrâneas, em pedreiras e para veículos de manutenção portuária e industrial.

Recomendações Gerais

Tudo o que você deve saber sobre os pneus MICHELIN fora de estrada

O pneu é o único elo de contato do veículo com o solo.
Você deve manter a qualidade e o desempenho de seus pneus para garantir a performance deles e sua segurança pessoal. 

Ler bem as descrições dos pneus no flanco

As indicações marcadas nos flancos ajudam você a escolher o produto mais adaptado a suas necessidades.

MICHELIN XMINE D2

Estrutura radial: R


Largura de secção nominal do pneu (em polegadas): 35


Série do pneu: H/S = 0.65


Diâmetro da roda recomendada (em polegadas): 33


Índice de capacidade de carga do pneu: **


Tipo de uso: 
Carregadeira (L) com grande profundidade de escultura (5)


Pneu radial


Pneu para carregadeira (loader)


Pneu Tubeless


Fabricante MICHELIN


Forma da escultura: XMINE D2


MANUAL DO PROPRIETARIO

 

 

Escolha bem os seus pneus

Saber escolher os pneus MICHELIN fora de estrada é fundamental na obtenção do seu máximo potencial de vida útil.

Etapa 1: Definir seu uso

A classificação internacional define 4 tipos de uso. O vínculo de um pneu a um desses usos é indicado em seu flanco.

  • C : Compactadora
  • G : Grader (niveladora)
  • E : Earthmoving (transporte)
  • L : Loader and bulldozer (carregadeira)

Etapa 2: Analisar suas condições de utilização e a natureza do solo

Existem profundidades e formas de escultura diferentes. A escolha do tipo de escultura depende essencialmente do tipo de solo e das condições de utilização: aderência, risco de cortes, desgaste rápido. O rendimento ótimo da operação depende em grande parte da boa escolha do pneu.

  • 1 : Linha (profundidade de escultura ou desenho de piso normal)
  • 2 : Tração (produndidate de escultura normal)
  • 3 : Normal (Tração (produndidate de escultura normal)
  • 4 : Profundo (escultura profunda)
  • 5 : Muito profundo (escultura muito profunda)
  • 7 : Flutuação (escultura normal)

A solução MICHELIN deve ser adaptada às condições de utilização.

Profundidades de escultura

 
Etapa 3: Conhecer seu TKPH

TKPH

Para escolher o pneu que lhe convém, deve-se saber qual é o seu TKPH. O TKPH (Tonelada Km por Hora) é, efetivamente, uma característica essencial da capacidade de trabalho de um pneu). Para uma mesma dimensão e escultura, podem existir vários tipos de borracha, cada uma associada a um TKPH distinto. Os valores do TKPH figuram nas características de cada pneu.

Eles dependem da capacidade de carga de cada dimensão, do número de Km permitidos a cada hora por tipo de pneu, a uma temperatura ambiente normalizada de 38 °C.

(Des)montar corretamente o pneu

(Des)montar o pneu

Uma montagem bem feita, realizada segundo os modos operatórios preconizados e cumprindo as regras de segurança em vigor, asseguram as pessoas e aos bens uma excelente proteção e permite a utilização de todo o potencial dos pneus.

Uma montagem incorreta pode provocar danos nos pneus, no veículo e/ou nas pessoas (ferimentos graves e até mesmo fatais). É portanto imperativo que essas operações sejam efetuadas por pessoal formado dispondo de material apropriado. Ver o Guia de Utilização e de Manutenção de pneus fora de estrada MICHELIN para saber mais.

Fazer uma boa manutenção nos seus pneus

Fazer uma boa manutenção

Os pneus devem ser examinados regularmente a fim de identificar um desgaste irregular e eventuais danos. Os furos, cortes, deformações visíveis ao nível da banda de rodagem, dos flancos ou da zona baixa devem ser examinados detalhadamente por um especialista de pneus. O mesmo deve ser feito para detectar deteriorações na roda.

Controlar o desgaste

Controlar o desgaste
O controle do desgaste deve ser sempre efetuado em vários pontos do pneu.

Este controle pode ser efetuado através de um medidor de profundidade ou pela observação de indicadores de desgaste situados na banda de rodagem (identificados através de um símbolo no flanco, se houver um).

Controlar a pressão dos seus pneus

Uma pressão correta dos pneus é um fator primordial, não somente no que se refere ao seu desempenho, mas também no que diz respeito à segurança. A pressão correta é necessária para o bom comportamento do veículo (comportamento dinâmico, frenagem) assim como para conservar a integridade do pneu.

Uma pressão insuficiente ou excessiva pode afetar significativamente o desempenho do pneu. Uma pressão insuficiente acarreta uma elevação anormal da temperatura de funcionamento que pode provocar a degradação irreversível dos componentes internos e provocar a destruição do pneu e seu esvaziamento brutal.

Uma pressão excessiva pode provocar um desgaste rápido e irregular e provocar um aumento da sensibilidade aos choques (deterioração da banda de rodagem, ruptura da carcaça).

A pressão dos pneus deve respeitar a recomendação do fabricante.

A pressão de utilização só pode ser dada pelo especialista Michelin que levará em conta os critérios de utilização do pneu (tipo de máquinas, natureza dos solos, comprimento dos ciclos, materiais transportados, cargas, etc.).

Controlar a pressão dos seus pneus

Reparar os seus pneus corretamente

Reparar os seus pneus

As reparações devem ser sistematicamente efetuadas por um profissional formado e qualificado.
A reparação é sempre precedida do exame minucioso do pneu, efetuado por um especialista.

Nem todos os danos podem ser reparados. Um pneu que rodou com baixa pressão, ou vazio pode ter danos irreversíveis, e só a verificação detalhada do interior do mesmo permitirá diagnosticar a possibilidade ou não de voltar a rodar.

A desmontagem do pneu é, portanto, indispensável para avaliar com segurança o seu estado real e o tipo de reparo a efetuar.

Estocar bem os seus pneus

O armazenamento deve ser efetuado:

Estocar os seus pneus
  • Em local limpo, arejado, seco, a temperatura moderada e ventilado, ao abrigo da luz direta do sol e de mau tempo;
  • Longe de substâncias químicas, solventes ou hidrocarbonetos sucetíveis de alterar a natureza da borracha;
  • Longe de objetos podendo perfurar a borracha (ponta de metal, madeira, …) ;
  • Longe de todas as fontes de calor, de chamas, de corpos incandescentes, de equipamentos podendo provocar faíscas ou descargas elétricas e de todas as fontes de ozônio (transformadores, motores elétricos, postos de solda, ….).

Uma má manutenção do pneu pode induzir danos irreparáveis e ter consequências graves ou mesmo fatais para o operador.
Com o alvo de eliminar os riscos de deterioração dos talões e as consequências procedentes desse dano, aconselhamos:

  • Não içar um pneu diretamente com o gancho da grua;
  • Utilizar cintas planas (e não cabos metálicos ou correntes);
  • Pegar no pneu sob a banda de rodagem e não pelos talões quando se usa uma empilhadeira;
  • Cumprir as instruções de segurança em vigor na empresa.

Os operadores devem utilizar seus equipamentos de proteção.


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